terça-feira, 16 de agosto de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Planeta Extremo

O Fantástico deste domingo (3) estreia um novo quadro que mistura reality show e jornalismo. "Planeta Extremo" mostrará o repórter Clayton Conservani em quatro grandes aventuras ao redor do mundo.
A primeira delas é um desafio que exigiu preparo físico e psicológico do jornalista. Conservani se juntou a corredores de 16 países para enfrentar uma maratona de 42km no gelo da Antártica. Para suportar uma temperatura de 30ºC negativos e ventos de mais de 100 km/h, ele se submeteu a um treinamento pesado que incluiu uma espécie de “estágio” em um frigorífico.
Na maratona, o repórter conheceu pessoais que estavam lá movidas por um ideal, como um pai que perdeu um filho vítima das drogas e resolveu competir sozinho para homenageá-lo, já que o filho sonhava em realizar a prova. Diante de uma situação tão adversa, Conservani admite que também teve que buscar uma motivação especial para vencer o desafio. “ Estava absoltamente sozinho naquele deserto branco, cansado de corpo e de cabeça, quando pensei na minha filha; Isso me deu forças“, disse a ÉPOCA.
Na segunda aventura, Conservani vai à Cordilheira dos Andes, na América do Sul, para visitar os destroços de um avião que transportava os integrantes de uma equipe de rugby uruguaia e que caiu há quase 40 anos no local. Acompanhado de um dos sobreviventes, ele refez a trilha que as vítimas percorreram em busca de ajuda. O sobrevivente também relembrou momentos difíceis, quando ele e os companheiros decidiram comer os corpos das vítimas que não sobreviveram à queda do avião. Essa foi a única forma que eles encontraram para terem forças para buscar socorro.
A terceira etapa do "Planeta Extremo" acontece Noruega, em uma viagem em busca da Aurora Boreal, um dos fenômenos naturais mais espetaculares do planeta
Por fim, Conservani encara o desafio de mergulhar nas cavernas mais perigosas do mundo, nas Bahamas. Foram 36 metros de profundidade e uma recompensa histórica: um pesquisador americano que o acompanhava na expedição encontrou um crânio que pode ter até mil anos. O repórter afirma que essa foi a parada mais difícil da série. “Mesmo fazendo um curso próprio de mergulho em cavernas no Brasil e na Flórida, é preciso manter muita calma, mesmo cercado de muita beleza e magia.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Exercícios previnem doenças na 3ª idade

Ao passar dos anos nosso corpo apresenta peculiaridades e, no que diz respeito aos idosos, as mudanças corporais são bastante expressivas, principalmente no sistema musculoesquelético, componente de grande importância para o futuro do corredor. Esse sistema, responsável pela movimentação do corpo, também sofre diversas modificações estruturais.
Uma das transformações é o famoso encolhimento na estatura e alguns idosos chegam até reclamar que estão com a altura diminuída. Isso se deve a coluna vertebral, especificamente aos discos vertebrais e seus núcleos, que ao avançar da idade vão perdendo a consistência gelatinosa (responsável por oferecer amortecimento à coluna) e tornam-se fibrosos, provocando maior compressão dos discos e redução de comprimento.
A correlação deste fenômeno durante a corrida ou alongamento (realizado por um idoso) são dores nas costas (extensão da coluna) e, quando persistentes, requer a orientação médica para constatar o problema, pois alguns exercícios de fortalecimento podem atenuar a dor. Mais um problema que remete aos componentes do idoso é a Osteoporose, caracterizado pela perda da densidade mineral óssea, aumentando a fraqueza e contribuindo para a maior ocorrência de fraturas.
Daí a importância dos exames para a confirmação do diagnóstico, sendo indispensável, em alguns casos, a reposição de cálcio. Sobre a atividade física, esportes de baixo impacto são os mais recomendados, mas a corrida não oferece riscos quando o atleta cuida das passadas e utiliza bons tênis (excelente amortecimento).
Benefícios do exercício - Por meio da força muscular conseguimos desempenhar atividades motoras da vida diária. Para o idoso, o declínio da massa muscular diminui a força e leva a uma atrofia muscular, tudo isso se dá pela falta de atividades físicas. A alternativa para evitar a perda muscular é se manter ativo, lembrando que a corrida fortalece bastante a força muscular, principalmente a de membros inferiores, embora não devemos esquecer de fortalecer os membros superiores também.
Quanto aos tecidos e articulações, vemos que ocorre menos flexibilidade nas articulações dos idosos. Tal redução se deve a pouca quantidade de água no tecido conjuntivo, o que interfere na rotina diária do paciente e o idoso passa sentir incomodo até para amarrar um cadarço ou pegar um objeto no chão.
A melhor saída é incentivarmos os idosos a irem aos parques, às ruas, a adotarem um estilo de vida saudável, demonstrando a importância de exercícios de alongamento e força, em busca de flexibilidade, que contribui tanto na caminhada, quanto corrida (melhor a amplitude da passada, melhor o rendimento nas provas). Tudo para reduzir significativamente as dores e limitações na terceira idade.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
São Silvestre -2010
A corrida mais tradicional do Brasil acontecerá no próximo dia 31, mas os principais atletas já se preparam para a São Silvestre. E, dentre os favoritos, a preocupação é unânime. Para eles, o calor e a umidade são os principais vilões da corrida .
Segundo o brasileiro Marílson dos Santos, que buscará o tricampeonato em 2010, a temperatura alta da tarde de São Paulo deve atrapalhar, mas a situação será ruim para todos os atletas.
“A temperatura e a umidade serão as maiores dificuldades. Para mim, o maior problema é a umidade, pois sou de Brasília. Mas vai ser complicado para todo mundo”, afirmou.
Acostumado com temperaturas alltas, o queniano Kiplagat Kosgei reclama da umidade, que pode estragar o seu planejamento.
“Eu estou acostumado com o tempo seco e, aqui no Brasil, é muito úmido. Estou treinando aqui há alguns meses, mas vai ser difícil. Ainda mais com um rival como o Marílson” disse.
A São Silvestrea acontece tradicionalmente no dia 31 de dezembro e tem 15km de percurso.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Esforço

Durante um esforço anaeróbico, o sangue não circula no músculo, as trocas nutricionais são efectuadas durante a fase de recuperação entre duas séries.
É isto que acontece durante o treino com cargas pesadas.
É por isso importante prever uma recuperação tanto mais longa quanto a série for curta e intensiva.
O esforço anaeróbico devidi-se em 2 vertentes distintas, são estas:
Anaeróbico alático - é um processo que não utiliza a glicose, portanto não produz ácido lático, o substrato utilizado e a creatina fosfato (CP), as reservas de CP nos músculos são esgotadas em aproximadamente 10 segundos.
Anaeróbico lático - produz ácido lático, pois utiliza a glicose a partir de transformações do glicogênio muscular, a degradação incompleta da glicose (a glicose é o único combustível metabólico para a glicólise anaeróbica) produz ácido lático que está relacionado com a fadiga muscular.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Treinamento

Desde muito tempo se vêm repetindo que "A planificação do treinamento desportivo é antes de tudo o resultado do pensamento do treinador" (Forteza, 1999). Este pensamento deve estar o mais distanciado possível de toda improvisação, integrar os conhecimentos em um sistema estrutural e organizado e mais perto da ciência e tecnologia.
Para Bompa (2001), o programa anual é uma ferramenta que norteia o treinamento atlético. Ele é baseado em um conceito de periodização, que, por sua vez, se divide em fases e princípios de treinamento. O conhecimento existente sobre a planificação esportiva, assim como o controle do treinamento, é algo que não escapa a nenhum profissional (ou pelo menos não debería ser ignorado).
É igualmente certo que treinadores que trabalham na área de rendimento esportivo aplicam este conhecimento de forma fundamentalmente artesanal e individual (Feal e col, 2001), por outro lado, parece indiscutivel a obrigação inerente a todo treinador de pôr em prática seus conhecimentos de forma acertada, com o fim de programar o treinamento dos atletas, ademas de recolher a máxima informação possivel que se desprende do processo de treinamento e integrar todo ele para tirar conclusões que permitam melhorar o rendimento de seus atletas.
O principal objetivo do treinamento é fazer com que o atleta atinja um alto nível de desempenho em dada circunstância, especialmente durante a principal competição do ano com uma boa forma atlética (Bompa, 2001).
Os conceitos da planificação para Sancho, J. A. (1997) citado por Forteza (2000) são os seguintes:
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A planificação não intuitiva, não pode ser na sorte. Pelo contrário, tem que seguir um processo, deve como se falou em alguns momentos, planificar-se.
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Os objetos devem estar de acordo com os problemas e necessidades, devendo aqueles estabelecer-se e determinar-se claramente. Pelo contrário se corre o risco de planificar um processo encaminhado para algo diferente de que realmente se precisa para o primeiro dos casos e sem saber para que no segundo.
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As metas, os objetos e em última instância os fins devem ser alcançáveis, realistas (o que não exclui uma certa ousadia e um certo nível de risco).
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A planificação é um processo sequencial e logicamente ordenado, não se desenvolve tudo, simultâneo e nem caprichosamente.
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A planificação está imersa no meio ambiente, não podendo nem desprezar nem trabalhar a margem do mesmo.
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Toda planificação pressupõem uma troca efetiva com respeito a situação existente de como se começa.
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Se planifica para a execução. Não pode se falar de verdadeira planificação, o trabalho exclusivamente teórico sem intenção de por em prática, deve portanto existir vontade de fazé-la efetiva.
Forteza considera que a planificação do treinamento desportivo é a organização de tudo o que acontece nas etapas de preparação do atleta, é então o sistema que interrelacionam os momentos de preparação e competição. Nessa definição deixa aberto o problema atual da planificação para o rendimento competitivo.
Estrutura e planificação são dois termos inseparáveis no processo de preparação desportiva, mas são diferentes.
A estrutura é organização que adotará o período de tempo tanto de treinamento como de competições. A estrutura do treinamento tem um caráter temporal, portanto, considera um início e um fim do processo de preparação e competições e estará determinada fundamentalmente por:
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O calendário competitivo que considera o número de competições, a frequência, o caráter e a dispersão ou concentração das competições em um período de tempo dado.
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A organização e dosificação das cargas, que considera se estas serão diluídas ou concentradas, a concepção que se adote no caráter da carga, quer dizer, a proporcionalidade entre as cargas gerais e as especiais.
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As direções de treinamento, objetos de preparação que considera as direções determinantes do rendimento (DDR) e as direções condicionantes do rendimento (DCR).
A estruturação do rendimento desportivo é hoje por hoje uma das principais condições para obter um resultado esportivo em qualquer esporte.
"Uma perfeita estruturação do treinamento garante não só a obtenção de resultados no âmbito mundial se não ademais procura assegurar a longevidade esportiva de nossos atletas..."(Forteza, 1999).
A paternidade de uma teoria científica e ainda válida ainda que com profundas modificações sobre a estrutura e planificação do rendimento se devemos ao Russo I. Matveiev. Se atualmente existem diferentes conceitos sobre qual estrutura de treinamento é melhor e que todas elas partem da proposta inicialmente pelo russo Matveiev desde os anos 60, considerando os pioneiros Kotov, 1916, Grantyn, 1939, Letunov, 1950, Ozolin, 1949, Gorinevski, 1922 e Pinkala, 1930.
Para analisar qualquer estrutura atual do treinamento é necessário partir da formulada por Matveiev e conhecida mundialmente por periodização do treinamento.
- Periodização e planificação são conceitos diferentes: a periodização é a estrutura temporal e a planificação é a integração do processo de obtenção do rendimento .
O objetivo deste estudo é demonstrar dentro de uma revisão de literatura as diferentes estruturas de periodização pedagógica do treinamento desportivo
2. A periodização do treinamento desportivo
A forma geralmente concentrada da preparação dos atletas é a organização do treinamento através de períodos e etapas.
A periodização é um dos mais importantes conceitos do planejamento do treinamento. Esse termo origina-se da palabra período, que é uma porção ou divisão do tempo em pequenos segmentos, mais fáceis de controlar denominados fases (Bompa, 2001).
Esta forma de estruturas o treinamento desportivo tem como seu idealizador o russo Matveiev sendo criada nos anos 60 durante até nossos dias.
Baseados nos ciclos de supercompensação, criados pelo Austríaco Hans Seyle e modificado pelo grande bioquímico esportivo o russo Yakolev, Matveiev idealizou a periodização do treinamento apoiado em avaliações estatísticas do comportamento em atletas de diversas modalidades esportivas da Ex. União Soviética nas décadas dos anos 50 e 60.
Esta periodização fundamentava a premissa de que o atleta tem que construir, manter e depois perder relativamente a forma esportiva no largo dos grandes ciclos anuais de treinamento (Matveiev, 1961, 1977, 1981, 1986).
Desta forma a periodização do treinamento desportivo pode ser entendida como uma divisão organizada do treinamento anual ou semestral dos atletas na busca de prepará-los para alcançar certos objetivos estabelecidos previamente, obter um grande resultado competitivo em determinado ponto culminante na temporada esportiva, ou seja, obter a forma esportiva através da dinâmica das cargas de treinamento ajustadas ao seu ponto máximo em esse momento (Dick, 1988, Mc Farlane, 1986).
Estas três fases de aquisição, manutenção e perda temporal da forma esportiva se transformou em um âmbito mais geral nos três grandes períodos do treinamento desportivo ao saber: período preparatório, competitivo e transitório (Ozolin, 1989) ou seja:
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O período preparatório é relativo a aquisição da forma esportiva.
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O período competitivo é relativo a manutenção da forma esportiva.
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O período transitório é responsável pela perda temporal da forma esportiva.



